Devocional

Dia 32: Filho da Sunamita

Disse-lhe o profeta: Por este tempo, daqui a um ano, abraçarás um filho. Ela disse: Não, meu senhor, homem de Deus, não mintas à tua serva. Concebeu a mulher e deu à luz um filho, no tempo determinado, quando fez um ano, segundo Eliseu lhe dissera. Tendo crescido o menino, saiu, certo dia, a ter com seu pai, que estava com os segadores. Disse a seu pai: Ai! A minha cabeça! Então, o pai disse ao seu moço: Leva-o a sua mãe. Ele o tomou e o levou a sua mãe, sobre cujos joelhos ficou sentado até ao meio-dia, e morreu.         

2 Reis 4:16-20

 

Como assim? Foi a minha reação quando li pela primeira vez essa história da mulher sunamita. Como assim? Isso não pode ser verdade! Bem, eu já vivi alguns “como assim? ” na minha vida, com meus filhos. Penso que você também! Glorias à Deus, não chegamos a deixá-los mortos para sair em busca de ajuda (acho – não temos como saber realmente se estiveram a morte ou não).

 

Partiu ela, pois, e foi ter com o homem de Deus, ao monte Carmelo. Vendo-a de longe o homem de Deus, disse a Geazi, seu moço: Eis aí a sunamita; corre ao seu encontro e dize-lhe: Vai tudo bem contigo, com teu marido, com o menino? Ela respondeu: Tudo bem. Chegando ela, pois, ao homem de Deus, ao monte, abraçou-lhe os pés. Então, se chegou Geazi para arrancá-la; mas o homem de Deus lhe disse: Deixa-a, porque a sua alma está em amargura, e o Senhor mo encobriu e não mo manifestou.          

2 Reis 4:25-27

 

Se quisermos, podemos especular o motivo da morte do menino, mas não chegaremos a nenhum consenso, pois não há como saber. Ele nasceu e cresceu e teve uma dor e morreu! Uma enfermidade! Nasceu saudável mas havia uma enfermidade oculta. Quantas de nós já sofremos assim? Vamos orar?

 

Acaso, pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti.

Isaías 49:15

Pai, tantas vezes me debati com este versículo pensando na mensura do meu amor por meus filhos e nessa declaração Tua, o Senhor mostra que meu amor é tão pequeno! Fato é que a cada notícia de enfermidade, ou suposta enfermidade o medo e a amargura querem tomar conta de mim…. Pai, como suportar e enfrentar uma enfermidade dizendo “tudo bem” até chegar em quem pode dar a resposta? E nesse caso só o Senhor pode! Pai, já me peguei assombrada com pensamentos terríveis de enfermidades, acidentes, quaisquer dores no meu filho. Balanço a cabeça para tirar o pensamento que insiste em me visitar e até me fazer chorar. Sei que nem preciso Te dizer estas coisas, pois Tu já as conhece todas. Pai, a fé da mulher sunamita no homem de Deus foi que a sustentou para chegar até ele. Me sustenta Pai em tudo, que em tudo eu tenha fé inabalável em Ti, para me achegar a Ti. Pai, eu oro pelas mães, tantas mães de convivem com enfermidades nos filhos e peço que o Senhor as sustente, fortaleça. São de fato “forjadas” por Ti. … Pai, eu clamo a Ti pela saúde do meu filho, eu te peço que o Senhor o cure de qualquer enfermidade, esteja oculta, encoberta ou não. Que da mesma forma que eu valorizo a saúde do meu filho, ele o faça também, naquilo que depender de nós. Jehováh Rapha! Tu és o Deus que cura! Cura-nos Senhor! Sara-nos, Balsamo de Gileade!

Acaso, não há bálsamo em Gileade? Ou não há lá médico? Por que, pois, não se realizou a cura da filha do meu povo? Jeremias 8:22

Ouve-nos Senhor, em nome de Jesus, Amém!

 

Pra Simone Martins

 

 

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